Comprimir imagem até caber no limite de KB
Escolha o limite em KB e a ferramenta encontra a maior qualidade que ainda cabe nele.
Comprimindo no seu aparelho…
Acima de 90 a diferença some e o arquivo cresce muito. Entre 70 e 85 fica o ponto em que quase ninguém vê perda. Abaixo de 50 o quadriculado começa a aparecer no céu e nas cores lisas.
- Original
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- Comprimida
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- Qualidade usada
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Por que o limite em KB é o número que importa
Quase ninguém abre um compressor de imagem querendo qualidade 72. A pessoa abre porque alguém impôs um limite: a inscrição do concurso recusa foto acima de 300 KB, o sistema do Detran para em 500, o formulário da faculdade em 2 MB, o e-mail devolve o anexo. O número que ela tem na mão é o limite, e a qualidade é um detalhe técnico que ela não deveria precisar adivinhar.
É por isso que aqui o controle principal é o tamanho de destino. Você diz 300 KB, e a ferramenta faz o trabalho de tentar: codifica, mede, ajusta e repete, subindo a qualidade o quanto der sem estourar o limite. São até doze tentativas, em busca binária, o que chega perto do ponto exato em poucos passos. Você recebe a maior qualidade que cabe, e não uma qualidade qualquer que talvez caiba.
Quando o limite é muito apertado para o tamanho da imagem, a qualidade sozinha não resolve. Uma foto de celular de 12 megapixels não vira 100 KB em qualidade nenhuma sem virar um borrão quadriculado. Nesse caso a ferramenta reduz o tamanho em pixels, e faz isso com conta em vez de tentativa e erro: como o arquivo acompanha a área, ela calcula direto qual redução deveria caber. Quando reduz, ela diz na tela quanto reduziu.
Como funciona a conversão
- Traga a imagem: arraste para a área pontilhada, cole com Ctrl+V ou clique para escolher. Aceita JPG, PNG, WebP, GIF, BMP e AVIF, até 40 MB.
- Escolha o limite. Os botões trazem os valores que mais aparecem em formulário brasileiro, de 100 KB a 2 MB, e o campo ao lado aceita qualquer número que você precise.
- A compressão acontece na hora, dentro do navegador. A ficha mostra o tamanho antes, o tamanho depois e a qualidade que a busca escolheu. Se a imagem precisou encolher em pixels, aparece ali também.
- Confira o resultado nos botões Antes e Depois. Eles trocam a imagem no mesmo lugar da tela, que é o único jeito de enxergar diferença de qualidade. Duas imagens lado a lado escondem a perda.
- Se preferir mandar você mesmo, a aba Qualidade manual tem o controle deslizante de sempre, de 10 a 100, com o resultado atualizando enquanto você arrasta.
- Escolha o formato de saída e baixe. JPG é aceito em qualquer lugar. WebP costuma sair bem menor no mesmo nível de qualidade, mas nem todo formulário antigo aceita, então na dúvida fique no JPG.
Para que serve
- Foto para inscrição de concurso A maioria dos editais fixa um limite entre 100 KB e 1 MB para a foto, e o sistema recusa sem explicar. Escolha o limite do edital e baixe a foto já dentro dele, sem ficar tentando qualidade no olho.
- Documento digitalizado para site de órgão público Foto de RG, CNH ou comprovante tirada com celular costuma passar de 5 MB, e portal de governo raramente aceita isso. Aqui você põe o limite do sistema e envia de primeira.
- Anexo de e-mail que voltou por tamanho Servidor de e-mail costuma barrar anexo acima de 20 ou 25 MB, e várias fotos juntas passam disso rápido. Comprimir cada uma para 1 MB resolve sem tirar nenhuma do lote.
- Imagem de site que precisa carregar rápido Imagem pesada é a causa mais comum de página lenta, e o tamanho dela entra direto na nota de Core Web Vitals. Comprimir para WebP com limite de peso é o caminho mais curto para ganhar velocidade sem mexer no layout.
Perguntas frequentes
Minha imagem é enviada para algum servidor?
Não. A compressão acontece dentro do seu navegador, no processador do seu aparelho. A imagem não sai do dispositivo em momento nenhum, e isso importa aqui porque a maior parte do uso desta página é com documento pessoal e foto de rosto. Dá para conferir sozinho: abra as ferramentas de desenvolvedor do navegador, vá na aba de rede e comprima uma imagem. Nenhum envio vai aparecer.
Dá para comprimir sem perder qualidade?
Não, e quem promete isso está sendo impreciso. JPG e WebP são formatos de compressão com perda: eles jogam fora informação que o olho humano nota pouco, e é exatamente assim que o arquivo encolhe tanto. O que dá para fazer, e é o que a ferramenta faz, é achar o ponto em que a perda ainda não é visível. Entre qualidade 70 e 85 a maioria das fotos fica indistinguível do original numa tela comum. Abaixo de 50 o quadriculado começa a aparecer no céu e em áreas de cor lisa. Existe compressão sem perda, como o PNG, mas ela reduz muito pouco em foto, e não serve para caber num limite apertado.
Qual a diferença entre comprimir, redimensionar e converter?
São três coisas e o site tem uma página para cada. Comprimir, que é esta, mantém as dimensões e joga fora informação para o arquivo pesar menos. Redimensionar muda a largura e a altura em pixels, e é o que você quer quando o problema é a imagem ser grande demais para o espaço, e não pesada demais. Converter troca o formato, de PNG para WebP por exemplo, o que costuma diminuir bastante sem mexer em mais nada. Quando o limite em KB é muito apertado, esta página acaba fazendo as três: comprime, reduz e troca o formato, e avisa na tela cada vez que faz isso.
A ferramenta disse que não chegou no limite. E agora?
Isso acontece quando o limite é pequeno demais para o conteúdo da imagem. Foto com muito detalhe, textura ou ruído resiste à compressão, porque não há área lisa para o codificador economizar. Três coisas ajudam, nessa ordem. Primeiro, limitar o lado maior no seletor: uma foto de 4000 pixels raramente precisa de mais de 1200 para um formulário. Segundo, trocar a saída para WebP, que costuma render de 25 a 35 por cento menos que o JPG no mesmo nível de qualidade. Terceiro, cortar a imagem antes, deixando só o que importa, o que é comum em foto de documento.
Por que o arquivo às vezes aumenta em vez de diminuir?
Porque a imagem já estava bem comprimida. Recomprimir um JPG que já saiu em qualidade 70 numa qualidade 90 gera um arquivo maior e pior ao mesmo tempo: maior porque a qualidade alta gasta mais bytes, e pior porque a perda da primeira compressão continua lá e ganha uma segunda por cima. Quando isso acontece, a ferramenta avisa com todas as letras e recomenda baixar o original. É também o motivo de PNG pequeno virar JPG maior: PNG com poucas cores é imbatível em desenho e captura de tela.
JPG ou WebP, qual devo escolher?
JPG quando o arquivo vai para um formulário, um sistema antigo ou alguém que você não conhece, porque ele é aceito em qualquer lugar desde os anos noventa. WebP quando o destino é a web e você controla o destino, porque no mesmo nível de qualidade ele costuma sair bem menor, e todos os navegadores atuais o abrem. O padrão da ferramenta é JPG justamente porque a maioria de quem chega aqui está resolvendo um formulário que recusou o arquivo.
Tem limite de imagens ou marca d’água?
Não há marca d’água, não há cadastro, não há fila e não há limite de quantas imagens você comprime por dia. Como tudo roda dentro do seu aparelho, não existe custo por imagem processada. O único limite é o de 40 MB por arquivo de entrada, que existe para não estourar a memória do navegador, principalmente em celular.
A imagem com fundo transparente funciona?
Funciona, mas o fundo deixa de ser transparente. JPG não tem canal de transparência, então a área transparente é preenchida com branco antes de comprimir. WebP guarda transparência, então escolher WebP na saída preserva o fundo. Se o que você precisa é manter a transparência e ainda assim ter um arquivo pequeno, WebP é o caminho. Se precisa de transparência sem perda nenhuma, o formato é PNG, e aí a página de converter imagem resolve melhor.
Ferramentas relacionadas
Fontes
Os limites e formatos aplicados por esta ferramenta vêm das especificações oficiais abaixo, não de terceiros:
- Estudo de compressão do WebP, Google Developers Documentação técnica do codec WebP, com a comparação de tamanho contra o JPG no mesmo nível de qualidade visual. É a base da recomendação de trocar para WebP quando o limite em KB está apertado demais para o JPG dar conta.
- Recomendação ITU-T T.81, a norma do JPEG A norma internacional que define o JPEG. É dela que vem o funcionamento da compressão com perda por quantização, que explica por que não existe comprimir JPG sem perder qualidade e por que recomprimir um JPG já comprimido piora a imagem duas vezes.
- Servir imagens em WebP, web.dev Guia do time de performance web do Google sobre peso de imagem e impacto em velocidade de página. Sustenta a afirmação de que imagem pesada é a causa mais comum de página lenta e entra direto nas métricas de Core Web Vitals.
- A API Canvas, no MDN Web Docs em português Referência da interface que o navegador usa para desenhar e codificar imagem. É o mecanismo por trás da saída em JPG desta ferramenta, e o motivo de a compressão poder acontecer sem servidor nenhum.
- A API de Web Workers, no MDN Web Docs em português Referência do mecanismo que permite rodar trabalho pesado fora da thread principal do navegador. A busca desta página faz até doze codificações seguidas, e é o worker que impede a página de congelar enquanto isso acontece.
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